A Histerectomia (cirurgia para retirada do útero) evoluiu muito nos últimos anos. Com técnicas minimamente invasivas como a laparoscopia e a cirurgia robótica, o medo de “ficar de cama por meses” já não se aplica. Hoje, muitas pacientes recebem alta em 24 horas e retomam atividades leves em poucos dias, com excelente resultado estético e mínimo desconforto.
Histerectomia: cirurgia especializada para retirada do útero
A possibilidade da cirurgia de histerectomia entra quando o útero se torna causa de dor, sangramento incontrolável ou risco oncológico. A via cirúrgica e o tipo de histerectomia variam conforme o diagnóstico e o objetivo terapêutico.
Quando a Histerectomia é indicada?
Antes de optar pela cirurgia, avaliamos se a paciente realmente se beneficia da retirada do útero. A indicação adequada reduz riscos, evita cirurgias desnecessárias e melhora os resultados a médio e longo prazo.
Entre as indicações mais comuns estão:
• Miomas volumosos ou múltiplos
• Sangramento uterino anormal de difícil controle
• Adenomiose severa
• Prolapso uterino
• Câncer ginecológico
• Falha de tratamentos prévios
Tipos de Histerectomia: O que é retirado?
A histerectomia pode ser realizada em diferentes extensões, dependendo do diagnóstico e do órgão comprometido. Cada modalidade tem finalidades e indicações bem definidas.
1. Histerectomia total (padrão)
Retira corpo e colo do útero. É o tipo mais realizado e evita futuros cânceres do colo.
2. Histerectomia subtotal (parcial)
Retira apenas o corpo do útero, preservando o colo. Indicada em situações específicas após avaliação.
3. Histerectomia radical
Retira útero, colo e tecidos adjacentes. Utilizada principalmente em casos oncológicos.
Técnicas cirúrgicas: como realizamos a cirurgia?
Além do tipo de histerectomia, é fundamental definir como a cirurgia será realizada. As técnicas diferem em tempo de internação, dor pós-operatória, cicatrizes e velocidade de recuperação.
Cirurgia robótica e laparoscópica (minimamente invasiva)
Realizadas por pequenos cortes, com auxílio de câmera e instrumentos articulados. Resultam em menos dor, menor sangramento, cicatrizes discretas e retorno rápido às atividades. O Dr. Fernando é especialista em cirurgia robótica, ideal para casos complexos.
Histerectomia vaginal (sem cortes no abdômen)
Opção muito utilizada no prolapso uterino, já que o acesso é feito pela via vaginal sem incisões abdominais.
Histerectomia abdominal (aberta)
Via reservada para casos que não permitem abordagem minimamente invasiva, devido à extensão da doença ou outras particularidades.
Como é o preparo e o pós-operatório?
O preparo adequado e o acompanhamento após a cirurgia reduzem complicações e garantem uma recuperação mais confortável.
O preparo (antes da cirurgia)
Inclui exames pré-operatórios, avaliação clínica, jejum, esclarecimento de dúvidas e internação no dia do procedimento.
A recuperação (depois da cirurgia)
Na via robótica, muitas pacientes retornam ao trabalho entre 10 e 15 dias, retomam a rotina leve em poucos dias e atividade física progressiva conforme liberação médica.
A vida após a retirada do útero
A decisão de remover o útero gera dúvidas sobre sexualidade, hormônios e qualidade de vida. Muitas dessas preocupações estão baseadas em mitos e desinformações.
Sexualidade e hormônios
A vagina não encurta e a função sexual é mantida. Se os ovários forem preservados, não há menopausa induzida. Para muitas mulheres, a qualidade sexual melhora após cessarem dor e sangramento.
Preço, convênios e cobertura
A histerectomia faz parte do rol de procedimentos da ANS e é coberta por convênios. A plataforma robótica pode envolver políticas específicas de cobertura hospitalar. Para pacientes particulares, os valores variam conforme técnica e complexidade.
Por que escolher o Dr. Fernando Guastella?
A histerectomia é uma cirurgia que exige precisão anatômica e experiência em técnicas minimamente invasivas. O Dr. Fernando Guastella atua com enfoque em laparoscopia e cirurgia robótica, executando procedimentos de alta complexidade em hospitais de referência em São Paulo. Sua prática é pautada na preservação funcional, na recuperação acelerada e na redução de dor no pós-operatório, garantindo segurança e qualidade no cuidado cirúrgico.
Perguntas frequentes
A cirurgia engorda?
Não. A retirada do útero não altera o metabolismo.
O convênio cobre a cirurgia?
Sim. A histerectomia é coberta. A robótica pode ter critérios adicionais.
O que leva uma pessoa a fazer histerectomia?
Miomas, adenomiose, sangramento intenso, prolapsos e câncer estão entre as principais causas.
O que acontece com o corpo depois da histerectomia?
A menstruação cessa. Se os ovários forem mantidos, não há mudanças hormonais significativas.
Quais são os riscos da histerectomia?
Riscos incluem sangramento, infecção e lesão de estruturas próximas, como em qualquer cirurgia.
Quantos dias de repouso de histerectomia?
Na via robótica, o repouso é curto e atividades leves são retomadas em poucos dias.
Recupere sua liberdade e saúde
Dê adeus ao sangramento e à dor. Vamos cuidar de você.

